“Quando (Francisco) encontrava muitas flores juntas, pregava para elas e as convidava a louvar o Senhor como se fossem racionais.
Da mesma maneira, convidava com muita simplicidade os trigais e as vinhas, as pedras, os bosques e tudo que há de bonito nos campos, as nascentes e tudo que há de verde nos jardins, a terra e o fogo, o ar e o vento, para que tivessem muito amor e fossem generosamente prestativos.
Afinal, chamava todas as criaturas de irmãs, e de uma maneira especial, por ninguém experimentada, descobria os segredos do coração das criaturas, porque na verdade parecia já estar gozando a liberdade gloriosa dos filhos de Deus.” (1Cel 81).
CCFMC, Liçaõ 12, A

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